sexta-feira, 1 de outubro de 2010


Diabetes Gestacional

Introdução
Na gravidez, duas situações envolvendo o diabetes podem acontecer: a mulher que já tinha diabetes e engravida (leia mais a respeito) e o diabetes gestacional. O diabetes gestacional é a alteração das taxas de açúcar no sangue que aparece ou é detectada pela primeira vez na gravidez. Pode persistir ou desaparecer depois do parto.

Diabetes Tipo 1

Introdução 
O diabetes Tipo 1 (DM1) é uma doença auto-imune caracterizada pela destruição das células beta produtoras de insulina. Isso acontece por engano porque o organismo as identifica como corpos estranhos. A sua ação é uma resposta auto-imune. Este tipo de reação também ocorre em outras doenças, como esclerose múltipla, Lupus e doenças da tireóide.
A DM1 surge quando o organismo deixa de produzir insulina (ou produz apenas uma quantidade muito pequena.) Quando isso acontece, é preciso tomar insulina para viver e se manter saudável. As pessoas precisam de injeções diárias de insulina para regularizar o metabolismo do açúcar. Pois, sem insulina, a glicose não consegue chegar até às células, que precisam dela para queimar e transformá-la em energia. As altas taxas de glicose acumulada no sangue, com o passar do tempo, podem afetar os olhos, rins, nervos ou coração.
A maioria das pessoas com DM1 desenvolve grandes quantidades de auto-anticorpos, que circulam na corrente sanguínea algum tempo antes da doença ser diagnosticada. Os anticorpos são proteínas geradas no organismo para destruir germes ou vírus. Auto-anticorpos são anticorpos com “mau comportamento”, ou seja, eles atacam os próprios tecidos do corpo de uma pessoa. Nos casos de DM1, os auto-anticorpos podem atacar as células que a produzem.
Não se sabe ao certo por que as pessoas desenvolvem o DM1. Sabe-se que há casos em que algumas pessoas nascem com genes que as predispõem à doença. Mas outras têm os mesmos genes e não têm diabetes. Pode ser algo próprio do organismo, ou uma causa externa, como por exemplo, uma perda emocional. Ou também alguma agressão por determinados tipos de vírus como o cocsaquie. Outro dado é que, no geral, é mais freqüente em pessoas com menos de 35 anos, mas vale lembrar que ela pode surgir em qualquer idade.
 
Sintomas
Pessoas com níveis altos ou mal controlados de glicose no sangue podem apresentar:
• Vontade de urinar diversas vezes;
• Fome freqüente;
• Sede constante;
• Perda de peso;
• Fraqueza;
• Fadiga;
• Nervosismo;
• Mudanças de humor;
• Náusea;
• Vômito

Diabetes Tipo 2

Sabe-se que o diabetes do tipo 2 possui um fator hereditário maior do que no tipo 1. Além disso, há uma grande relação com a obesidade e o sedentarismo. Estima-se que 60% a 90% dos portadores da doença sejam obesos. A incidência é maior após os 40 anos.
Uma de suas peculiaridades é a contínua produção de insulina pelo pâncreas. O problema está na incapacidade de absorção das células musculares e adiposas. Por muitas razões, suas células não conseguem metabolizar a glicose suficiente da corrente sangüínea. Esta é uma anomalia chamada de "resistência Insulínica".
O diabetes tipo 2 é cerca de 8 a 10 vezes mais comum que o tipo 1 e pode responder ao tratamento com dieta e exercício físico. Outras vezes vai necessitar de medicamentos orais e, por fim, a combinação destes com a insulina.
Principais Sintomas:
  • Infecções freqüentes;
  • Alteração visual (visão embaçada);
  • Dificuldade na cicatrização de feridas;
  • Formigamento nos pés;
  • Furunculose.
 

Outros tipos de Diabetes

Características Gerais
Existem outros tipos de diabetes além do Tipo 1, Tipo 2 e Gestacional, mas esses ocorrem com menor freqüência. São eles:
Diabetes Secundário ao Aumento de Função das Glândulas Endócrinas:
Em determinadas doenças glandulares, quando ocorre aumento de função a ação da insulina é de alguma maneira dificultada ou prejudicada, aparecendo diabetes em pessoas de alguma maneira predispostas. É o que pode ocorrer, por exemplo, com doenças da:
  • Tireóide (hipertiroidismo);
  • Supra-renal (doença de Cushing);
  • Hipófise (acromegalia ou gigantismo).
Também pode aparecer na presença de tumores de:
  • Sistema nervoso simpático (feocromocitoma);
  • Células alfa do pâncreas (glucagonoma).
Diabetes Secundário a Doenças Pancreática:
Nesse grupo, o diabetes ocorre mais freqüentemente naqueles com antecedentes familiares do Tipo 2.
  • Retirada cirúrgica de 75% do pâncreas;
  • Pancreatite crôúnica (inflamação geralmente causada pelo alcoolismo crônico);
  • Destruição pancreática por depósito de ferro denominado hemocromatose (extremamente rara).
Nesses casos, o diabetes está associado à diarréia com perda de gordura nas fezes, pois o pâncreas afetado extensamente também não produz enzimas digestivas suficientes.
Resistência Congênita ou Adquirida à Insulina 
A produção de insulina está aumentada, porém com ação ineficaz por causa da diminuição ou defeito de receptores celulares (encaixes para insulina), em tecido gorduroso, músculo etc.
Essas anormalidades, quando congênitas, podem ser defeito dos receptores de insulina, presença de anticorpos anti-receptores.
Diabetes Associado à Poliendocrinopatias Auto-Imunes
Casos onde existem anticorpos anticélulas de ilhotas pancreática produtoras de insulina (Tipo 1). Destes, 20% apresentam anticorpos contra tireóide e(menos freqüentemente) anticorpos contra supra renal, mucosa do estômago, músculo e glândulas salivares, além da ocorrência de vitiligo, alopecia (intensa queda de cabelos), hepatite crôúnica, candidíase etc.
Diabetes Associado à Desnutrição e Fibrocalculoso
Ocorre em jovens de países tropicais com baixa ingestão protéica, freqüentemente associado a alimentos que contêm cianetos, como a mandioca amarga. Esta associação pode causar dano pancreático, com destruição das ilhotas e diminuição da produção de insulina.
Diabetes Relacionados à Anormalidade da Insulina (Insulinopatias)
A produção da insulina está aumentada, porém com alteração de sua estrutura molecular, não sendo assim eficaz. Aplicando-se insulina, controla-se o diabetes.
Diabetes Tipo LADA (Latent Autoimmune Diabetes in Adults)
O LADA caracteriza-se pelo surgimento tardio do Diabetes Mellitus do Tipo 1 e atinge entre 2 e 12% dos casos, ou seja, 1,4 milhão de pessoas no Brasil. Também conhecido como Diabetes Tipo 1.5 (Type one-and-a-half), o LADA costuma ser confundido com o do tipo 2.
A maior incidência concentra-se em pacientes entre 35 e 60 anos, magro e com cetose. O seu diagnóstico é feito pelo teste do anticorpo GAD. A hereditariedade do diabetes tipo 1, doenças de Hashimoto e Graves devem ser levadas em conta num histórico familiar. Atualmente, não há um consenso na literatura médica para o tratamento do LADA.
A manutenção do controle de glicemia é o principal objetivo do tratamento do portador do diabetes LADA. Um aspecto que deve ser levado em conta, refere-se a progressão lenta para a insulino-dependência, assim como um risco maior de complicações cardiovasculares para esses pacientes.
 

Pré-diabetes. O que é isso?

Sáb, 25 de Julho de 2009 22:08
Como o título já sugere, este termo é usado para identificar as pessoas que possuem risco potencial de desenvolver o diabetes. É uma forma ou um estado intermediário entre a normalidade e o diabetes do tipo 2 no adulto. No entanto, sabe-se que nem todos irão deixar a condição de pré-diabético para se tornar um diabético. Mas, por precaução, são considerados em estado de risco para essa progressão.
Fatores de Risco
Existem fatores que são considerados de risco para o desenvolvimento do diabetes. Entre eles estão: o fator da idade (estar acima de 45 anos); o excesso de peso; o sedentarismo; a hipertensão arterial e as alterações nas taxas de colesterol e triglicérides sangüíneos e a história familiar de diabetes .
Isso serve para ambos os sexos. Mulheres que geraram filhos com mais de 4 kg ou que sejam portadoras de Síndrome dos Ovários Policísticos também têm risco aumentado.
Nesses casos, preconiza-se a realização da dosagem de glicemia de jejum ou a realização do teste oral de sobrecarga com glicose, para possível detecção de pré-diabetes ou mesmo diabetes.
A melhor maneira de identificar o pré-diabetes é através da dosagem da glicemia. Sua definição laboratorial dá-se quando a taxa de glicemia de jejum (mínimo de oito horas) encontra-se entre 100 e 125 mg/dl e/ou quando o valor de glicemia na segunda hora do teste de sobrecarga oral à glicose (também chamado de curva glicêmica) está entre 140 e 199 mg/dl (indivíduos classificados também como intolerantes à glicose).
A quantidade de pessoas que evoluem para o diabetes é parecida nos grupos que têm glicemia de jejum alterada e os que apresentam alterações nas taxas de glicemia na segunda hora do teste oral. No mais, apesar de ser raro, outros grupos que não apresentarem essas condições e nem fatores de risco,também podem desenvolver diabetes no futuro.
importante salientar que as pessoas que adquirem novos hábitos no estilo de vida - como a atividade física regular resultando na diminuição de 5 a 7% no peso corporal - ajudam a, no mínimo, retardar o aparecimento do diabetes.
Em grandes estudos realizados com indivíduos com pré-diabetes, tais medidas reduziram a taxa de novos casos em mais de 50% em um período de dois a cinco anos de acompanhamento. Essas mudanças ainda são benéficas para o estado de saúde geral, promovendo menor risco no desenvolvimento de outras doenças, especialmente cardiovasculares.
A busca pela perda de peso pode receber o auxílio de algumas medicações, no entanto, não devemos nos esquecer de que todas essas orientações devem ser realizadas pelo médico, analisando cada situação individualmente.
Ou seja, no geral existem muitas evidências de que o diabetes tipo 2 pode ser prevenido ou ter seu início retardado. Os indivíduos com pré-diabetes podem ser facilmente identificados. Alterações no estilo de vida, especialmente redução moderada do peso e aumento da atividade física são indicadas, além de promoverem efeito positivo adicional na saúde como um todo.
Confira os Sintomas do Diabetes Tipo II
  • Aumento da sede;
  • Aumento do número de micções (principalmente à noite);
  • Dores em membros inferiores;
  • Infecções freqüentes;
  • Alteração visual (visão embaçada);
  • Dificuldade na cicatrização de feridas;
  • Formigamento nos pés;
  • Furunculose.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Tecidos musculares
O tecido muscular é constituído por células alongadas, altamente especializadas e de capacidade contrátil denominadas fibras musculares. A capacidade de contraçãodas fibras é que proporciona os movimentosa dos membros, vas vísceras e de outras estruturas do organismo.
As células (fibras) musculares têm nomes específicos para as suas estruturas. Assim, a membrana plasmática é denominada sarcolema, enquanto o citoplasma é chamado de sarcoplasma.

1- Tipos de tecido muscular
Existem três tipos de tecido muscular: liso, estriado esquelético e estriado cardíaco.
Tecido muscular liso. É constituído por fibras fusiformes dotadas de um núcleo alongado e central. Essas fibras, de contração lenta e involuntária, ocorrem organizando: os músculos eretores do pêlo (na pele); a musculatura do tupo digestivo (esôfago, estômago e intestino), da bexiga, do útero e dos vasos sanguíneos.
Tecido muscular estriado esquelético. Tem fibras cilíndricas, com centenas de núcleos periféricos. Essas fibras organizam os músculos esqueléticos, assim denominados por se acharem inseridos no arcabouço esquelético através dos tendões. A contração desse tipo é rápida e voluntária, como acontece com o bíceps e o tríceps, músculos do braço.
Tecido muscular estriado cardíaco. De contração rápida e involuntária, esse tecido muscular constitui-se de fibras com um ou dois núcleos centrais. Essas fibras organizam o músculo do coração (miocárdio). Entre uma fibra e outra verifica-se a presença de discos intercalares, membranas que promovem a separação entre as células.


a) Estrutura do músculo estriado
A fibra muscular estriada é envolvida por uma bainha de tecido conjuntivo denominada endomísio. Um aglomerado de fibras forma um feixe muscular. Cada feixe acha-se envolvido por outra bainha de tecido conjuntivo chamado perimísio. O conjunto de feixes constitui o músculo, que, também, se acha envolvido por uma bainha conjuntiva denominada epimisio (figura 3.4)


2- Mecanismo contrátil
As fibras musculares são dotadas de inúmeroas miofibras contráteis constituídas basicamente por dois tipos de proteínas: actina e miosina.
Na musculatura lisa, as miofibrilas são muito finas e não se organizam em feixes, de maineira que são dificilmente observadas. Assim, o sarcoplasma apresenta-se com aspecto homogêneo, sem estrias. è por isso que as fibras desse músculo são denominadas lisas.
Na musculatura estriada, as miofibrilas organizam-se em feixes, delimitando um intercalamento de faixas claras e escuras, o que confere à fibra um aspecto estriado. Descrevemos a seguir a estrutura de uma fibra muscular estriada. Acompanhe a descrição pelo esquema da figura 3.5

A fibra estriada é constituída por inúmeros miofribilas contráteis, entre as quais pode-se observar a presença de inumerosas mitocôndrias.
Cada miofribila apresenta faixas claras e escuras, de maneira alternada. as faixas claras (faixas I) apresentam no seu centro uma estria mais escura (estria Z). As faixas escuras (faixas A) são maiores e apresentam na região central uma zona mais clara (estria H).
O conteúdo existente entre duas estrias Z é denominada sarcômero. Inseridos na estria Z, encontram-se filamentos delicados contituídos da proteína actina. Esses filamentos terminam ao redor da estria H. Intercalados aos filamentos de actina estão os filamentos grossos, constituídos da proteína miosina.
Na faixa A existem filamentos de actina e miosina, determinando uma faixa mais densa, o que justifica a coloração escura, quando se observa a fibra ao microscópio óptico. Na estria H, um pouco mais clara, não existe actina.
A faixa I é constituída apenas pelos filamentos finos de actina, daí sua coloração clara (é uma região pouco densa). A estria Z é uma região de condensação de proteínas.
Quando a fibra muscular se contrai, os filamentos finos de actina deslizam sobre os filamentos grossos de miosina. Dessa maneira, a faixa I diminui (podendo até desaparecer); a estria H também diminui e pode desaparecer, embora a faixa A não se altere. É evidente que, na fibra contraída, as estrias Z se aproximam, o que determina o encurtamento do sarcômero. Como o sarcômero é a menor porção da fibra capaz de sofrer contração (encurtamento), é considerado a unidade contrátil da fibra muscular.
O mecanismo de deslizamento dos filamentos de actina sobre os de miosina é conhecido como Teoria dos Filamentos Interdigitados Deslizantes.

a) A energia para a contração muscular
Sabemos que os músculos armazenam glicogênio. Através do mecanismo respiratório, as moléculas de glicose prevenientes do glicogênio liberam energia para a síntese de ATP. A energia liberada pelo ATP permite o deslizamento da actina sobre a contração muscular.
O estoque de Atp nas fibras musculares é, porém, limitado. Quando a atividade muscular é intensa, esse estoque é rapidamente consumido e, nessas condições, a energia oriunda do mecanismo respiratório não consegue, normalmente, restaurar as moléculas de ATP. Ocorre, no entanto, que a fibra muscular contém grandes quantidades de uma substância orgânica denominada creatina, capaz de ser fosforilada e amarzenar fosfatos de alta energia para o ADP, permitindo a rápid formação ne novas moléculas de ATP. Quando o músculo se encontra em repouso, o mecanismo respiratório fornece energia, permitindo a formação de novas moléculas de creatina-fosfato.
Considerando o mecanismo contrátil, podemos concluir as seguintes funções para as substâncias citadas abaixo:
  • glicogênio - Fonte primária de energia para a contração;
  • ATP - fonte imediata de energia para a contração;
  • Creatina-fosfato - reservatório de energia química para a contração.




O tecido conjuntivo apresenta como característica substância essencial ou intercelular abundante. Nessa substância podem ser encontradas várias células como: fibroblastos, fibrócitos, macrófagos, células adventiciais, linfócitos, plasmócitos, mastócitos e células adiposas.

A origem embrionária do tecido conjuntivo é a mesoderme.

O nome conjuntivo se deve as funções desse tecido, que é o preenchimento de espaços e a ligação entre tecidos.

O tecido conjuntivo tem uma substância essencial composta de proteínas, água, polissacarídeos.

As propriedades físicas do tecido são definidas pelas fibras, conjuntos de fibrilas protéicas. As fibras do conjuntivo são: colágena, reticular, elástica.

O colágeno compõe uma família de proteínas, que se diferencia em sua evolução, resultando em fibras colágenas.

A proteína elastina compõe as fibras elásticas.

As fibras reticulares são compostas de um tipo de colágeno, e possuem forma de rede.

Os tecidos de origem conjuntiva são: tecido conjuntivo propriamente dito, hematopoiético, cartilaginoso e ósseo.

O tecido conjuntivo propriamente dito compreende células de forma e função diversas, como fibroblastos, macrófagos, mastócitos, plasmócitos, células adiposas e células mesenquimatosas.

O tecido conjuntivo propriamente dito pode ser frouxo e denso.
O tecido conjuntivo frouxo preenche os espaços entre os tecidos, nutre as células epiteliais e envolve nervos e vasos.

No tecido conjuntivo denso prevalecem as fibras colágenas. Estão presentes na derme (porção profunda da pele), no periósteo que envolve os ossos, no periocôndrio que envolve as cartilagens, bem como nos tendões e ligamentos. 

sexta-feira, 10 de setembro de 2010


O tecido ósseo desempenha função de sustentação eclass="Apple-converted-space" proteção e constitui um sistema de alavancas. Como é constituído, além de fibras colágenas e vasos sanguíneos, de sais de cálcio, fósforo e magnésio, ele mantém constante a concentração desses minerais no corpo.

Este tecido é um tipoclass="Apple-converted-space"
especializadode tecido conjuntivo e é formado pela matriz óssea e células denominadas osteócitos, osteoblastos e osteoclastos. Os ossos são recober

Metade da matriz óssea é constituída por matéria inorgânica, tendo presentes bicarbonato, magnésio, potássio, sódio, citrato e íons fosfato e cálcio, sendo estes dois os mais freqüentes. Possui uma região denominada capa de hidratação, que facilita a troca de íons. A parte orgânica é formada, principalmente, por fibras colágenas.

Os osteócitos são achatados e se localizam no interior da matriz óssea, em lacunas. São via de transporte de nutrientes e metabólitos entre os vasos sanguíneos e a morte destes confere a reabsorção da matriz.
Osteoblastos sintetizam a região orgânica da matriz óssea e participam da mineralização da matriz, uma vez que possuem capacidade de concentrar fosfato de cálcio. Aprisionados pela matriz recém-sintetizada, passam a ser chamado de osteócitos.
Osteoclastos são células gigantes, móveis e ramificadas irregularmente, com vários núcleos. Secretam substâncias como colagenase, que digerem a matriz orgânica e dissolvem sais de cálcio.
O endósteo é formado por uma camada de células achatadas e reveste algumas regiões e o periósteo possui fibras colágenas e fibroblastos e células que se multiplicam por mitose, auxiliando no crescimento de ossos e reparação de fraturas.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010



CITOLOGIA

É possível que você já tenha ouvido falar que a 
célula é a unidade fundamental da vida. Isso significa dizer que para um "ser vivo" possuir vida, no mínimo, ele deverá ser formado por uma célula.

Assim, nada mais natural, que começarmos nosso aprendizado sobre 
biologia(bio = vida; logia = estudo), analisando as estruturas presentes em uma célula e suas funções, ou seja, através da Citologia (cito = célula; logia = estudo).
Histórico


As 
células são geralmente muito pequenas e, dificilmente, visíveis a olho nu. Por isso, apenas depois da invenção do microscópio é que foi possível observar uma célula pela primeira vez. Sabe quando isso aconteceu? No ano de 1665, pelo inglês Robert Hooke, utilizando um microscópio muito simples.

Ele fez cortes bem finos na casca de uma árvore e descobriu que estas estruturas eram formadas por pequenas unidades semelhantes a favo de mel.

O nome "célula" foi empregado pela primeira vez por ele como diminutivo da palavra "cella", que em latim significa espaço cercado por paredes.
seres vivos x seres brutos
Depois da descoberta da célula, tudo que existe passou a ser classificados em dois grupos:
Seres brutos ou Acelulares – que não são formados por células, portanto, sem vida.
Seres vivos ou Celulares – que são formados por células e que, portanto, possuem vida.
Classificação quanto ao tipo de célula
Hoje sabemos que as células que existem são de dois tipos: 
Procariontes 

Células muito simples, sem organelas e com material genético (DNA) localizado em uma região específica do 
citoplasma, mas não protegido por um envoltório, ou seja, sem uma membrana nuclear (carioteca).

Ex: 
bactérias e algas cianofíceas, também conhecidas como algas azuis. 

Eucariontes Células mais complexas com o citoplasma rico em organelas e com o material genético (DNA) protegido pela carioteca.

Ex: animais, vegetais, 
fungos e protozoários
Lembrete:Organelas são estruturas encontradas dentro da célula, delimitadas por membranas, e com funções específicas. O nome "organela" é usado como alusão à "pequenos órgãos".